A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas delineou as escolhas preliminares para a 96ª edição do Oscar, trazendo uma tapeçaria diversificada de narrativas que reflete os matizes da produção cinematográfica mundial. Notavelmente ausente das pré-indicações, o Brasil assiste à consagração de obras que transitam por temas e estilos variados. O anúncio prévio foi trazido à tona pela publicação Variety.
Destacando-se à frente do pelotão está “Barbie”, sob a batuta de Greta Gerwig, arrebatando cinco nomeações. Este projeto não apenas brilha em categorias técnicas, como mixagem de som e maquiagem, mas também conquista espaço nas indicações musicais, com faixas interpretadas por Billie Eilish, Dua Lipa e a colaboração de Mark Ronson e Andrew Wyatt.
Olivia Rodrigo, com sua envolvente “Can’t Catch Me Now” de “Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, desponta como uma forte candidata à estatueta na categoria de melhor canção original. Enquanto isso, na esfera dos curtas-metragens, o nome de Pedro Almodóvar surge com “Estranha Forma de Vida”, proporcionando uma visão íntima e penetrante.
O épico “Oppenheimer”, que aborda a complexidade humana e tecnológica do século XX, marca presença com vigor, principalmente na esfera sonora, reverberando a maestria de Ludwig Göransson. Martin Scorsese não fica atrás, com “Assassino da Lua das Flores”, que permeia quatro categorias distintas, da trilha sonora à maquiagem.
Porém, não é um mar de rosas para todos. O comitê optou por deixar de fora obras aclamadas, como “A Cor Púrpura” e “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, surpreendendo ao incluir produções que não escaparam às críticas menos favoráveis, como “Drácula: A Última Viagem de Deméter”.
A lista abrangente contempla também o panorama documental e internacional, ressaltando a diversidade e a amplitude da sétima arte. Em um mundo cada vez mais interconectado, o Oscar 2024 promete ser um reflexo fiel das inúmeras vozes e visões que compõem nosso universo cultural.

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